26 de maio de 2012

não sei bem que nome lhe dar

E somos, assim, a desgraça que se completa, o silêncio que fala por nós, a saudade que nos empurra um para o outro. Somos, assim, a demora, a paciência e sobretudo o querer. O esperar, o querer ficar. O mar e vontade de mergulhar, a música e vontade de cantar. Porque somos, assim, tão um do outro sem saber. Tanto amor sem o querer conhecer, deixando a descoberta para o resto do tempo que nos resta, numa bomba-relógio sem explosão previsível. Do possível ao inacreditável somos, assim, o sermos simples e tão juntos. Juntos... daquilo que nos une, sem ter de ter definição.
claire

10 comentários:

Mariana Girassól disse...

ESTE TEXTO FOI DIREITINHO PARA A MINHA LISTA DE TEXTOS FAVORITOS!
mas que delicia! Vou lê-lo vezes e vezes sem conta. Parabéns :D

Ana Margarida disse...

Gostei tanto, tanto.

inês disse...

sempre tão doce, claire

annie disse...

é sempre tão bom regressar a este lugar.

Rute Maia disse...

Bravo, bravo!

mary disse...

sempre tão linda

sóphia tudo-quer disse...

caminhos que se cruzam, com destino desconhecido. mas às vezes; com uma pitada de sorte e uma mão cheia de paixão; às vezes encontra-se o rumo certo

inês disse...

ohh muito obrigada luisinha! segue esse sonho:')

mary disse...

e eu tuas. o meu cantinho precisa do teu perfume

Ana Margarida disse...

Infelizmente, não são pelos bons motivos, certo?